Olá querido Leitor? Tenho um tempo sem escrever, estou sem prática. Perdoe a minha falta de palavras, para expressar sensações. Na manhã de quarta-feira, por volta das quatro da madrugada eu já estava passando a calça ensopada da farda, que na noite anterior tomou chuva. Consegui secar a calça. Ela ficou com um vinco padrão, tão sonhada pelos irmãos de farda. Estavam perfeitos os vincos. Com toda tensão de ter que apresentar-me, no Posto Nilton Ramos, na Mangabinha, um posto de saúde. Acabei não indo fardado. Fui como chamamos, “a paisano”.
Aconteceu que às seis e dez da manhã, eu fui ao ponto de ônibus, percebi a demora e resolvi pegar um motoboy, acabou que no posto de combustível o piloto perguntou: “O senhor poderia colocar R$ 10,00 de combustível no tanque, do seu cartão?” (rsrsrsrsr) Ajudei! Ele ainda me deve R$ 3,00. Ok? Ok!
Cheguei ao posto de serviço as seis e trinta e cinco da manhã, foi legal todo o passeio. O motoboy falava mais que a nega do leite. Esperei pela chegada do administrador do posto, Adevan. Uns quinze minutos antes de sua chegada, apareceu uma paciente, para marcar uma consulta, conversa vai e vem, ela acreditou que eu fosse também um paciente. Eu e ela estávamos no outro lado da rua, em frente ao posto, tomando sol. Na chegada do Adevan, atravessei a rua e de forma militar, com prestação de continência apresentei-me. Bestificada ficou a paciente. Tão logo ela exclamou: “Você é guarda municipal! Enganou-me direitinho, tão novo. Parabéns!”
O posto foi aberto, fiz a supervisão da abertura. Com vinte minutos chegou a colega de farda do matutino. Conversamos com o administrador, que ficou acordado que, eu ficaria indo ao posto pela tarde e ela pela manhã. A colega estudava pela tarde, um curso técnico. Curioso, veja só. Assim que eu já estava de saída, o comando me ligou. “Silvio, em que posto e serviço você estar?” Respondi: “Sim, Nilton Ramos, vespertino!” Nossa, a telefonista foi tão indiferente. Percebi uma coisa estranha, como quem quisesse me passar à perna. Fui no mesmo rastro ao comando.
Caramba! De cara encontrei no Sub-Comandante. Não falei nada. Ele no mesmo fôlego disse: “Venha, quero falar com você!” Fui perguntado o motivo, pelo qual queimei serviço nos últimos dois serviços. Retribui a pergunta, com outra. “O que estar acontecendo? Sendo que, a dois dias atrás tinha havido uma reunião geral. Tão logo sendo dispensado que se apresentasse?” Ai, neste momento querido leitor, o Sub, respirou fundo e falou que tinha equivocado-se sobre tudo isso.
Como presente o Sub me remanejou novamente, agora para o posto de saúde da nova Califórnia. “Nossa que presente, assim que ele gostava de mim?” Ufa! Re-lembrar tudo isso cansa.
Em fim o sonho. Chegando em casa cansado, por volta das treze da tarde, entre em sono profundo. Parecia real todo o sono! Eu estava em uma espécie de vila, com casas em forma de prédio de um andar, de paredes em cores amarelo e azul, telhado de cor vermelho. Eu estava no térreo. Reconheci um homem, uma mulher e uma criança que faziam parte da minha vida real, fora do sonho! Porém na real, eles não eram uma família. No sonho sim! Havia um segundo homem, que sempre vinha em minha direção, mas, não o conhecia. O estranho é que com nenhum eu tratava diferente de ser um familiar, um parente próximo. Quando eu me despedia deles para ir ao serviço, sentia uma saudade profunda. Mas, quando eu tentava sair da vila, eu sempre acabava voltando, o curioso é que eu sempre voltava pelo mesmo motivo, o meu calcado. Toda vez que eu colocava o meu coturno, na porta da vila eu sempre via nos meus pés uma sandália. Assim, eu voltava para trocar. Com isso voltei por três vezes.
Querido leitor, quer saber o mais curioso? De forma inconsciente, antes do sonho eu tinha comprado o meu coturno. Um calçado militar, parte da farda. Nesta madrugada de quinta que vos lhe escrevo escutando a FM 102,1, passa o mago Renato Russo com Pais e filhos. “Ele é simplesmente o melhor!” Ai! Vou ficar por aqui. O sono me pegou e já passa das doze. Um grande abraço e muito obrigado por me ouvir. É que preciso disso, eu preciso que você me escute, assim consigo desabafar coisas que com outra pessoa não conseguiria falar. Você sempre continua sendo o meu melhor ouvido amigo. Um grande abraço! Eu te amo Muleka...
Aconteceu que às seis e dez da manhã, eu fui ao ponto de ônibus, percebi a demora e resolvi pegar um motoboy, acabou que no posto de combustível o piloto perguntou: “O senhor poderia colocar R$ 10,00 de combustível no tanque, do seu cartão?” (rsrsrsrsr) Ajudei! Ele ainda me deve R$ 3,00. Ok? Ok!
Cheguei ao posto de serviço as seis e trinta e cinco da manhã, foi legal todo o passeio. O motoboy falava mais que a nega do leite. Esperei pela chegada do administrador do posto, Adevan. Uns quinze minutos antes de sua chegada, apareceu uma paciente, para marcar uma consulta, conversa vai e vem, ela acreditou que eu fosse também um paciente. Eu e ela estávamos no outro lado da rua, em frente ao posto, tomando sol. Na chegada do Adevan, atravessei a rua e de forma militar, com prestação de continência apresentei-me. Bestificada ficou a paciente. Tão logo ela exclamou: “Você é guarda municipal! Enganou-me direitinho, tão novo. Parabéns!”
O posto foi aberto, fiz a supervisão da abertura. Com vinte minutos chegou a colega de farda do matutino. Conversamos com o administrador, que ficou acordado que, eu ficaria indo ao posto pela tarde e ela pela manhã. A colega estudava pela tarde, um curso técnico. Curioso, veja só. Assim que eu já estava de saída, o comando me ligou. “Silvio, em que posto e serviço você estar?” Respondi: “Sim, Nilton Ramos, vespertino!” Nossa, a telefonista foi tão indiferente. Percebi uma coisa estranha, como quem quisesse me passar à perna. Fui no mesmo rastro ao comando.
Caramba! De cara encontrei no Sub-Comandante. Não falei nada. Ele no mesmo fôlego disse: “Venha, quero falar com você!” Fui perguntado o motivo, pelo qual queimei serviço nos últimos dois serviços. Retribui a pergunta, com outra. “O que estar acontecendo? Sendo que, a dois dias atrás tinha havido uma reunião geral. Tão logo sendo dispensado que se apresentasse?” Ai, neste momento querido leitor, o Sub, respirou fundo e falou que tinha equivocado-se sobre tudo isso.
Como presente o Sub me remanejou novamente, agora para o posto de saúde da nova Califórnia. “Nossa que presente, assim que ele gostava de mim?” Ufa! Re-lembrar tudo isso cansa.
Em fim o sonho. Chegando em casa cansado, por volta das treze da tarde, entre em sono profundo. Parecia real todo o sono! Eu estava em uma espécie de vila, com casas em forma de prédio de um andar, de paredes em cores amarelo e azul, telhado de cor vermelho. Eu estava no térreo. Reconheci um homem, uma mulher e uma criança que faziam parte da minha vida real, fora do sonho! Porém na real, eles não eram uma família. No sonho sim! Havia um segundo homem, que sempre vinha em minha direção, mas, não o conhecia. O estranho é que com nenhum eu tratava diferente de ser um familiar, um parente próximo. Quando eu me despedia deles para ir ao serviço, sentia uma saudade profunda. Mas, quando eu tentava sair da vila, eu sempre acabava voltando, o curioso é que eu sempre voltava pelo mesmo motivo, o meu calcado. Toda vez que eu colocava o meu coturno, na porta da vila eu sempre via nos meus pés uma sandália. Assim, eu voltava para trocar. Com isso voltei por três vezes.
Querido leitor, quer saber o mais curioso? De forma inconsciente, antes do sonho eu tinha comprado o meu coturno. Um calçado militar, parte da farda. Nesta madrugada de quinta que vos lhe escrevo escutando a FM 102,1, passa o mago Renato Russo com Pais e filhos. “Ele é simplesmente o melhor!” Ai! Vou ficar por aqui. O sono me pegou e já passa das doze. Um grande abraço e muito obrigado por me ouvir. É que preciso disso, eu preciso que você me escute, assim consigo desabafar coisas que com outra pessoa não conseguiria falar. Você sempre continua sendo o meu melhor ouvido amigo. Um grande abraço! Eu te amo Muleka...